Wednesday, 11 April 2012

My style, my rules...


Este post vai sair em Português por vários motivos. Primeiro porque surgiu de uma ideia da Andreia Ramos numa das tertúlias nocturnas na página de facebook do blog, depois porque o fui prometendo nas últimas semanas a várias leitoras Portuguesas e finalmente porque não quero que nada seja mal interpretado. Falar sobre gostos é sempre complicado, por alguma coisa discutíveis, e por isso não quero que ninguém interprete o conjunto de regras que opto por destacar como algo pessoal. Na realidade não são bem regras, a palavra certa a usar seria "opções" que tomo no que toca a estilo, seja por uma questão estética ou ideológica. E tal como vim dizendo, quase todas estas regras poderão ser quebradas. 

Acessórios- Os acessórios fazem um coordenado e logo isto bastaria para definir certos caprichos meus no que toca a acessórios mas explico melhor. Tudo começou por eu dizer que não gostava de comprar carteiras em mega stores, o que não tem de ser necessariamente interpretado com o gosto por marcas. A primeira coisa que eu reparo numa mulher é na carteira. Não na roupa, nas unhas nem nos sapatos. Olho para as carteiras porque acho que de alguma forma nos definem. Desde adolescente que são a minha grande paixão e não nego que gosto de coisas únicas e exclusivas. Não tem necessariamente de ser uma Kelly (my dream bag) para ser uma carteira pouco banalizada. Cada vez há uma oferta maior onde, seja numa loja de rua, online ou numa viagem, eu possa encontrar uma carteira que sei que não vou ver outras 100 iguais nesse ano. Se me apaixonar por uma carteira Zara e esta tiver uma boa relação preço/qualidade não vou deixar de a comprar mas a verdade é que este é o departamento onde invisto mais e logo procuro coisas que se distingam. 
A par das carteiras estão as jóias, a minha outra grande paixão. Eu não aprecio bijuteria, é muito raro comprar e apenas o faço frequentemente em viagens exactamente por encontrar peças com esse factor "único". Não nego o meu fascínio por certas marcas mas a verdade é que no dia a dia uso pouco mais do que um fio ao pescoço e o mesmo anel no dedo. Raramente ponho brincos e não tenho muita paciência para me encher de pulseiras e anéis. Quando o faço, ou quando os compro, gosto que tal como as carteiras sejam objectos escolhidos e namorados ao pormenor. Pensados e desejados durante meses. Sem dúvida aqui a qualidade ganha em prol da quantidade. Não esquecer os óculos de sol. Não consigo usar óculos de  sol de qualidade duvidosa apenas pela estética. Talvez seja preconceito meu, mas este é outro acessório que prefiro ter menos mas melhor. 

Bons materiais- O curioso é que se olhar à minha volta para as mulheres na minha vida julgo que todas são como eu no que toca a acessórios. Eu não imagino, por exemplo, a minha irmã a usar uma carteira comprada como quem compra um par de jeans na H&M e talvez esta minha forma de pensar seja influenciada por elas também. A verdade é que todas adoramos roupa e acreditamos que o equilíbrio está em usar em peças de boa qualidade porém não muito caras, alternando com um bom acessório que marca a diferença. Ao longo dos anos fui aprendendo que o barato sai caro e sou incapaz hoje em dia de comprar fibras sintéticas ou calçado em PU. Se dou importância às carteiras, pouca dou aos sapatos, pois na minha óptica são feitos para andar no chão e nunca durarão uma vida. O calçado onde invisto mais é em  sapatilhas, essas sim, feitas para durar e durar e por isso apenas compro um par a cada dois ou três anos. Comprar um material sintético para caminhar é no entanto impensável e por vezes 10€ fazem toda a diferença para o bem-estar dos nossos pés. O mesmo para o poliéster que as marcas teimam em querer fazer substituir a seda ou o algodão e que não deixam o corpo respirar. Fast fashion sim, sintéticos não. Uma boa camisa branca de algodão é indispensável em qualquer armário assim como casacos de bom corte. Estas são peças das quais não abdico de forma nenhuma. Obviamente que se pudesse, compraria peças icónicas como um trench coat Burberry, mas enquanto não posso prefiro apostar em bons materiais ou comprar um casaco de qualidade de 2 em 2 anos ao invés de 5 que satisfaçam os caprichos da estação actual mas de que facilmente nos vamos cansar. 

Sobriedade- Por alguma coisa o meu estilo já foi apelidado neste blog de aborrecido. Eu gosto de me vestir de uma forma clássica, e apesar de ter um fraquinho por algumas peças mais excêntricas, acho que o equilibro e o bom senso devem imperar. Transparências? Em cima sim, se um vestido ou saia for transparente nas pernas fica imediatamente na loja. Nos casos de amor profundo apela-se à aplicação de um forro ou um vestido interior da cor da pele que pode ser encontrado em lojas de lingerie. Bainhas? Sempre feitas a não ser que se trate de umas calças de ganga justas onde uma dobra encaixe, caso contrário acho que o ar fica simplesmente desleixado. O mesmo para a roupa engomada. Nunca, nunca, mas nunca saio de casa com uma peça amarrotada, regra de ouro para mim. Pele à mostra? Porque não? Se mostro decote não mostro costas, se mostro costas não mostro barriga, se mostro barriga não mostro pernas e por aí em diante. O mesmo para os tamanhos: se uso roupa muito justa em baixo não uso em cima e vice versa. Aliás a roupa nunca deverá ser demasiado justa nem demasiado larga, com excepção de algumas peças. Quanto a padrões, a não ser que estejamos a falar de um fato, não gosto de ver o mesmo material e cor/ padrão para o coordenado completo. Acho que o ton sur ton pode ser uma boa jogada para fugir do efeito "pijama". 

Maquilhagem- Eu não uso maquilhagem diariamente, muito por falta de tempo e paciência e também por não querer banalizar o meu rosto. Passo a explicar. Qualquer mulher fica mais bonita com base ou sun powder, um bocadinho de blush e rimel, mas a verdade é que na maior parte dos dias nem isto uso (a tal da paciência - mea culpa). No entanto quando uso maquilhagem para a noite ou para uma festa gosto que esta se note bem. Gosto que se distinga o blush bem marcado nas maças do rosto, o risco preto a alongar os olhos, muito rimel para pestanas infinitas e até quem sabe um batom vermelho. Se este é o meu visual de "festa" eu seria incapaz de o usar no dia a dia, seria incapaz de perder a capacidade de me transformar através da maquilhagem para uma ocasião especial. E por isso opto por manter as coisas mesmo simples, não julgando quem não o faz. Apenas para dar um exemplo do quanto sou "boring" no que toca a estética, eu tenho as minhas unhas das mãos há meses limadas de forma quadrada, não muito compridas e com verniz branco renovado semana após semana. Não é uma questão de preguiça pois não sou eu quem faz a manicure, mas quando chega o momento de escolher a cor do verniz eu pura e simplesmente concluo que o branco fica mais bonito. E tal como a maquilhagem, vai haver um dia em que me vai apetecer arriscar, e em que as pessoas que me rodeiam vão notar e dizer "estás diferente hoje". Para que essa diferença possa continuar a ser notada de tempo a tempo, prefiro manter-me simples, de unhas e rosto lavado. 

Cerimónia- Este será talvez o tema mais polémico de todos e aquele em que julgo que a educação que tive terá uma maior influência. Talvez as minhas opções sejam um grande disparate, mas é assim que me sinto bem em relação a momentos formais. Botas e sapatos ou sandálias de cunha não são adequados para uma cerimónia e era incapaz de os usar. O mesmo se passa com roupa demasiado clara ou escura para casamentos ou mesmo excessivamente justa ou decotada. A carteira que acompanha uma roupa de cerimónia deve-se distinguir da carteira do uso diário, no entanto evito brilhos ao máximo (não só nas clutches como em tudo o resto). Ninguém gosta de collants mas faz parte do protocolo usá-los em cerimónias formais. Evito-os apenas quando o calor é insustentável, caso contrário são obrigatórios, mesmo com sandálias. Quanto a cabelos, eu pessoalmente defendo que um cabelo apanhado tem sempre mais classe que um solto, mas este, tal como todos os outros pontos em cima focados são apenas a minha opinião. Acima de tudo há que ter respeito pelos anfitriões e desleixo não é simplesmente aceitável a partir do momento em que aceitamos um convite. 

Falsificações- Esta é a excepção à regra ou neste caso, a regra que nunca ousaria quebrar. Não compreendo nem nunca hei de compreender o uso de objectos contrafeitos. O meu trabalho é criativo  e é uma sensação horrível (já me aconteceu) ver alguma criação nossa copiada e vendida por outra pessoa. É crime, um crime muito grave e que apenas continua a existir porque há pessoas que o alimentam. Para aqueles que compram uma contrafacção com o objectivo de a fazer passar por original aconselho apenas a que dêem meia volta e vão procurar a personalidade algures no sítio onde a perderam. Para outros (conheço alguns) que assumem que gostam de boas cópias pela democratização da industria da moda, aconselho que recorram aos inspired. Não tão inspired que só lá falte o nome do designer, mas uma peça inspirada em determinados designs ou padrões, que consiga um efeito estético semelhante ao desejado. Claro que uma carteira Chanel é uma carteira Chanel e é absolutamente insubstituível por muitas carteiras com correntes que possam existir, mas mil vezes Zara do que fake Prada.  É crime e em circunstância alguma o devemos proteger. Sabiam por exemplo que 750 mil pessoas já perderam o emprego nos Estados Unidos graças ao crescimento da contrafacção? Podem ler mais sobre isto no interessantíssimo projecto Fakes are never in fashion da Harper's Bazaar. 

Por fim e depois de deixar aqui uma quantidade enorme de pontos e contrapontos, sob o risco de que me atirem pedras ou que me digam que estou totalmente errada, ressalvo o facto de que hoje em dia é muito importante que cada um faça a sua moda e isso é mais fácil do que nunca. Estar na moda, ser escravo de tendências, é terrivelmente fora de moda e acima de tudo devemos usar o que nos faz sentir bem, que respeite a nossa liberdade e também a dos outros. Reinventarmo-nos a cada dia é possível e ninguém tem de estar preso a uma lista de regras que outros ditam. Estas são apenas algumas das minhas, quiçá caprichos e faço questão de, uma por uma (com a excepção da última), as quebrar no meu dia-a-dia, tal como na Segunda Feira passada, em que saí de casa para gozar o meu feriado, de calças rasgadas, um blusão de pele vários números acima do meu e cabelo desalinhado. Your style, your rules, your power.


49 comments:

  1. Encontrei o teu bog há pouco tempo e gostei imenso por ser "diferente". Acho que tens um estilo único, o que admiro muito. Não segues as tendências à risca e,é algo que hoje se encontra pouco na blogosfera. Tal como tu, sou apologista do "cada um cria a sua própria moda, com as suas regras". Estás, desde já, de parabéns! O post ficou fantástico!

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    1. Obrigada Janine, que bom que cá chegaste e espero que seja para ficar. Beijinho

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  2. Sem dúvida que tens sobriedade e classe. Isso não se compra.

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  3. Clap clap clap! Gostei muito do que escreveste e temos a mesma opinião/gostos em muitos dos pontos.

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    1. É verdade, temos gostos parecidos, as duas com um estilo bem sóbrio. Beijinho

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  4. concordo em tanta coisa contigo!! tal como tu sou grande apaixonada por carteiras e tento comprar carteiras que sei que vou ver poucas iguais (a colecção da minha avó por exemplo é bo exemplo disso :P) e o mostrar a pele é mais do que óbvio e uma questão de apresentação!!

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    1. Quero ver essa colecção! A parte das carteiras julgo que herdei completamente da minha mãe. São um investimento e algo a que dou muito valor. Seja uma carteira mais cara que namoro durante meses, seja uma especial de corrida que só por encomenda de uma lojinha no fim do mundo que ninguém conhece. É o meu capricho :)

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  5. eu adorei o teu post e identifico-me imenso com tudo o que disseste. e às vezes enquanto leio sobre moda, dou por mim a pensar que ser extravagante é sinónimo de estilo. e eu acho que não é preciso muito para se estar bem vestido. tal como disseste, temos de vestir aquilo com que nos sentimos bem sem ter de seguir todas as tendências! parabéns mesmo pelo post, adorei.

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    1. Nem mais e hoje em dia é tão fácil... Há imensa escolha e com um pouco menos de impulsvidade também se compram peças de boa qualidade a preços acessíveis. Beijinho

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  6. com tanta coisa esqueci-me do essencial : Parabéns pelo post Raquel!! :D

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  7. Gostei imenso do post Raquel, são as tuas regras e todos nós temos as nossas. Se não fosse assim, seriamos todas iguais :)

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    1. Exactamente. Todos temos as nossas, o importante é ter consciência delas, ainda que divagando num ou outro ponto.

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  8. não podia concordar mais contigo na maquilhagem!! sou igual...

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    1. :) Sei que é uma parta controversa mas sou assim, sempre fui. Gosto que se note a diferença mas tenho amigas que só se sentem bem saindo de casa com tudo a que têm direito e respeito isso também.

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  9. havia de me me inspirar para comentar convenientemente, em função de um post tão bom (bom no sentido, de bem escrito e bem fundamentado) partece que tudo aquilo que possa escrever não chegará.

    cada qual faz as suas regras por isso acho que não é passivel de haver critica, mesmo que não se partilhe opinião. é tudo uma questão de equilibrio. concordo com quase todos os pontos mas sobretudo com o ultimo. é como se um livro de Pessoa por custar 10eur e nós só termos 5 na carteira e não querermos passar a vergonha de ir à biblio lê-lo comprassemos o Desassossego (Desaxoxego xoxo*)escrito por outra pessoa qualquer (Sei lá em vez de Pessoa, Individuo) :p

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    1. Individuo em vez de Pessoa é maravilhoso :) Que ninguém te oiça!

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  10. Tenho alguns pontos em que concordo e outros nem tanto, mas é isso que nos individualiza! E o que é excelente mesmo e é que o que interessa é que tenhamos os nossos valores definidos ... saibamos aquilo que nao queremos e com o que nao nos identificamos!!!

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    1. Eu sei que sou esquisitinha e não quero mesmo que digam Amen às minha opiniões. Por exemplo a tua carteira das franjas Zara é uma das que faz abalar estas regras. Como disse, todas têm excepção menos a parte dos fakes. E isso vale para tudo. Don't buy fakes and don't ever fake yourself ;)

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  11. Eu podia ter escrito este post... Tenho muito pouca roupa, precisamente porque prefiro investir em qualidade do que em quantidade. Faz-me confusão ver algumas pessoas com idade para ter juízo e vidas profissionais preenchidas cobertas de poliester e plastico. É que por muito bom que seja o design tem sempre um ar "cheap". Claro que já tive barretes (peças caras que deviam ter durado mais) mas é uma minoria comparado com a durabilidade das mesmas. Não tenho nada contra a fast-fashion, mas o que é certo é que, sobretudo na HM, os tecidos são muito, muito maus e os acabamentos para lá de piores. Mais vale poupar esse dinheiro e comprar depois melhor.
    Outra coisa que me irrita é a ideia de que o clássico e neutro é "boring" e o mais extravagante é próprio de quem quer arriscar e gosta de experimentações. Só faltava agora hierarquias morais derivadas de roupa:) Também há muito clássico extremamente marcante e bem conjugado e muito extravagante árvore de Natal ehehe.

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    1. Olá Manuela, eu gosto de algumas peças bastantes extravagantes mas acabo por me sentir mais confortável nas neutras. Nada tenho contra com estilos mais edgy que o meu mas o essencial mesmo é que não existam essas tais hierarquias que levam tantos miúdos a gastar dinheiro desnecessariamente, principalmente em materiais que não sobrevivem a uma estação. A H&M é de facto um bom exemplo disso, mas bem espremida há peças boas, tal como tudo há que saber procurar.

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  12. First of all, parabéns pelo conteúdo do post e pela forma esclarecedora como o escreveste.

    Concordo (e aplico) com a maioria do que escreveste, à excepção da questão da maquilhagem em que faço o mesmo que tu, guardando looks mais dramáticos para ocasiões especiais, mas, regra geral, não saio de casa sem iluminador, rímel e blush (mas com o meu tom de pele amarelo zombie, não tenho alternativa).

    Anyway, os teus looks (expressão que não aprecio particularmente mas de momento não me lembro de uma alternativa - amnésia típica pós gravidez, hehehe) são tudo menos boring. São particularmente elegantes e distintos. Tens dos poucos blogs de looks que aprecio verdadeiramente.

    Um beijinho

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    1. Me e eu o teu :) Num mundo ideal eu sairia de casa diariamente com alguma cor que fosse no rosto, até para ficar com um ar mais cuidado mas não tenho mesmo paciência e maior parte das vezes esqueço-me até. Ao fim de semana e em tempo de férias faço questão de pôr um pouco de maquilhagem mas depois chega o Verão e a minha pele que bronzeia num ápice convive bem apenas com maquilhagem em dias especiais. Beijinho

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  13. Andreia Ramos adorou o post! :)

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  14. Hey sweetie! Hope you`ll visit my blog and maybe...we can follow each other?:X

    FashionSpot.ro

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  15. Gostei imenso do post Raquel e identifico-me com quase tudo ( com excepção da maquilhagem que apesar de gostar de um look clean para o dia a dia, não dispenso alguns produtos como a máscara de pestanas e o anti-olheiras!) ****

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    1. Tal como disse em cima eu acho que alguns indispensáveis de maquilhagem diariamente não têm mal nenhum. Eu é que sou um pouco preguiçosa/ desleixada e nem me lembro deles. O que já não tem tanto a ver comigo é usar uma maquilhagem "look total" para o dia a dia. Beijinho

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  16. provavelmente graças às poucas horas de sono não ecncontro as melhores palavras para te dizer como adorei este post!como "quando não tiveres nada de bom a dizer, é melhor estares calada" só vou dizer que adorei!:)
    Ok, eu digo mais qualquer coisita: já fui mais clássica, já fui mais "elegante", já segui mais estas "rules" que na minha opinião nunca falham em termos de estilo (do bom!).Agora ando numa onda um pouco mais "solta" mas há barreiras que a minha essência não transpõem... :)Se há pessoa com bom gosto és tu, e adoro ver-te! Mas é como dizes: respeito todas as individualidades! Ok, já me calei...
    BJS!!!

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    1. :) Obrigada Helena. Eu também fujo muito da linha clássica e como sabes gosto de arriscar. Não é assim tão pouco comum o look com calças rasgadas e blusão oversized. Beijinho

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  17. Parabéns! Muito bem dito :)
    Também não suporto falsificações. É sempre preferível apostar na qualidade, que nessa peças me parece sempre bastante duvidosa.

    http://coucou-caroline.blogspot.pt/

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    1. Há algumas boas imitações (se é que se pode chamar isto a uma imitação) em pele verdadeira. A questão nem se prende tanto com a qualidade e sim mesmo o crime que se comete. Ainda bem que a causa tem tantas apoiantes :)

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  18. Raquel, este post demonstra bem a tua personalidade. Eu só te conheci de passagem, mas como seguidora já percebi muito bem que tens uma personalidade forte. E isso nota-se logo. Gostei, concordo e é por isso que adoro o teu blogue!!:) E por falar nisso...aqui na nossa linda cidade é só CH(falsificadas, of course!) assim aos pacotes,o que me faz imensa confusão...é que para além de ser crime e de tudo o que já mencionaste no último ponto, nota-se logo só de olhar, para além de andarem todas iguais. Eu gostava imenso de ter uma CH, mas se um dia tiver essa oportunidade,acho que vou pensar 2x, ou optar por um modelo mais invulgar(embora adore o "malote", que tantas "criminosas" usam, por aqui) e que seja bem clássica.

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    1. Olá! Mais uma vez obrigada pelas tuas palavras. Eu tenho mesmo mau feitio, reconhece-se à distância, deve ser algum gene vimaranense :) Sobre as CH já me tinha apercebido principalmente quando vou ao shopping mas a minha irmã mais nova diz-me que vê imensas miudas com imitações LV no liceu o que é absolutamente chocante. Pelo que percebe elas devem-se vender na feira à Sexta-Feira e a polícia nada faz.

      Eu tenho várias carteiras Carolina Herrera e praticamente todas foram compradas no Outlet de Mindelo. Se estiveres atenta encontras facilmente uma carteira com 70% de desconto e ainda por cima os modelos repetem-se ano para o ano. O tal malote que falas julgo que nunca lá vi, mas tens muitas Bimbas 22 e Shopping bags. Beijinho

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    2. Só vi agora o teu comentário Raquel. Sim, as miúdas com a idade da minha irmã(14 anos!!Sim 14 anos, porque elas agora vestem-se como se tivessem uns 30! :O Mas isso já é outra conversa que dá "pano para mangas"!!) já andam assim, a passear falsificações, todas contentes e a achar que fazem uma grande figura! :) Em relação à personalidade não estava a dizer mau feitio de forma alguma, bem sabes. :) :) Nós vimaranenses somos assim! ehehehe E com muito orgulho <3 Quanto às CH, já sabes. :)

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  19. Excelente post, Raquel!

    As tuas regras não são um bicho papão, pelo contrário. Concordo e assino por baixo na maioria, sobretudo na última. Qualidade sempre (que possível)!

    Beijinho

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    1. :) Nós devemos ter um estilo muito parecido, cheira-me... Beijinho!

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  20. No geral estou de acordo com os pontos do post. Gostaria de acrescentar mais uma informação em relação à contrafacção - não está apenas em causa a questão do desemprego (já de si tão importante nos tempos que correm) mas também o facto de o produto das vendas desses artigos "alimentar" grupos terroristas e da máfia - ou seja, há que pensar muitas vezes antes de adquirir esses artigos! Bjs

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    1. Bem lembrado Ana. Fico contente por ver outras acerrimas defensoras da caysa! Beijo

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  21. Estou de acordo com muitas das tuas guidelines (e em relação à última acho que disseste tudo, é um roubo e acho ridículo haver quem apoia este tipo de acções!).

    Gostei imenso do post!:P
    ah, e em relação à maquilhagem nem toda a gente tem uma pelezinha perfeita como a tua tá?:P é por isso que os outros (outras) mortais usam mais maquilhagem! ;P

    beijinho***
    sara, chips-ina-fishbowl.blogspot.com

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    1. Sara no no no. A minha pele é o meu ponto fraco, estou sempre com alergias, pareço uma teenager. Muitas das fotos que mostro são tiradas ao fim de semana com maquilhagem e se tiver uma erupção critica inestetica atenuo no photoshop. Manias de perfeccionismo de quem trabalha com imagem for living. O unico ponto a meu favor é ser moreninha e so ter olheiras 3 vezes ao ano :) Beijinho

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  22. Mais um fantástico post, Raquel! Simplesmente ADOREI! Não vejo porque possam achar os teus looks aborrecidos. Acho que são tudo menos isso. Revelam bom gosto e sobriedade que acho que são os dois melhores adjectivos que podem classificar as nossas escolhas ao nível de roupa. Também sou como tu: gosto de escolher bons materiais nas roupas e calçado. Acho fundamental pois os maus materiais podem arrasar qualquer look que se pretenda mais cuidado. Roupa mal engomada nunca! É daquelas coisas que a minha mãe me ensinou desde pequena e, fruto da profissão que tenho em que ter roupa mal engomada pode ser indicativo de menor aprumo, nem me passa pela cabeça sair de casa como se tivesse acabado de tirar a roupa da máquina de lavar. São pequenos detalhes como os que descreves que fazem a diferença e que tornam a nossa imagem verdadeiramente marcante. É por posts como este e tantos outros que sou uma leitora assídua e adoro o teu blog. Muitos parabéns! :)

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    1. Obrigada :) Eu acho que devia ser das poucas estudantes fora que se dava ao trabalho de passar a roupa antes de usar mas não consigo mesmo :) Beijinho

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  23. Também gostei muito do post embora não "siga" algumas das tuas regras. Mas sem dúvida que o mais importante é as pessoas se sentirem bem com aquilo que usam. :)

    **

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    1. Exactamente! Todas deveremos ter as nossas, mais ou menos definidas. Beijinho

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  24. Muito bom. No que diz respeito a falsificações consigo referir algumas que estão no top: CH, LV e, no país onde vivo de momento, as Longchamp. E eu, que gostava de investir numa Longchamp, penso duas vezes porque mesmo sendo verdadeira, não vou conseguir ser original...
    Já agora, o que pensas em relação a falsificações como a pulseira da Cartier, como por exemplo? Vê-se aos pacotes! ahahah beijinho!
    ps: não dá para abrir o link do artigo fakesareneverinfashion! :(

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  25. O que te posso dizer é que concordo com todos os pontos, menos com collants em cerimónias. :) Era incapaz de vestir um vestido de Verão numa cerimónia e usar collants por debaixo de sandálias, não gosto mesmo de ver e acho que não bate a bota com a perdigota (collants e sandálias), mas são opções.

    Quanto ao resto, há já uns anos que aposto em peças boas. Calçado nem se fala, tenho pés super sensíveis e não compro coisas foleiras, o que não significa que só compre coisas caras. Compro bom. :)
    Quanto a malas, era incapaz de usar falsificações. Tal como tu, não compro malas geralmente em sítios onde sei que vou encontrar 300 iguais, também compro poucas... mas quando compro, são relativamente diferentes e poucas vejo por aí.

    Nisto tudo, há que ter bom senso. :)

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I believe in the power of Love! Thank you for coming and sharing.

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